Presidente da Acarinhar traça uma caminhada de 18 anos de muita luta e dificuldades, mas mostra-se orgulhosa da contribuição dada

A Associação acarinhar celebra hoje, 18 anos de existência. Uma caminhada feita com muita entrega e perseverança dos colaboradores directos da estrutura associativa, que se mostram satisfeitos, mas que no entanto, advogam mais apoios para continuar a ajudar aos que mais precisam ( pessoas com paralisia cerebral).
Tereza Mascarenhas, presidente da Associação Acarinhar, afirma que dezoito anos depois da criação, a estrutura está orgulhosa da contribuição que tem vindo a dar, uma vez que se conseguiram resultados que contribuíram de forma positiva na melhoria das condições de vida dos beneficiários.
Apesar do grande esforço para manter as portas abertas no desenvolvimento das respectivas actividades, Mascarenhas diz que a Acarinhar necessita de mais apoios quer das estruturas públicas como das privadas e dos cidadãos de forma individual, porquanto entende que se trata de um trabalho nobre, que tem como único objectivo, ajudar na melhoria das condições socioeducativas, sanitárias e outras das crianças e outras com a paralisia cerebral.

A presidente da Associação Acarinhar, que trabalha na proteção de crianças com paralisia cerebral, afirma que o Estado deve direcionar apoio concreto em termos de infra-estruturas que acolham e desenvolvam actividades com essa camada especial.
Teresa Mascarenhas destaca ainda a necessidade de haver "mais e melhores recursos humanos, bem como a criação de condições para garantir emprego digno às famílias, cuja maioria vive em situação de pobreza".
"Ainda temos muitos desafios, porque a maioria das crianças com paralisia cerebral vive no seio de famílias carenciadas cuja maioria é chefiada por mulheres sem trabalho fixo, portanto o peso da pobreza acaba por ser muito mais forte do que a deficiência em si", realça Mascarenhas.
Cvsports.cv dá os parabéns à Acarinhar sobretudo a sua presidente Teresa Mascarenhas, pelo abnegado trabalho desenvolvido ao longo dos dezoito anos.
Mesmo navegando num mar de muitas dificuldades, ela e os seus colaboradores directos, nunca desistiram e resistem em continuar por entenderem da importância do trabalho que fazem, representa na vida das crianças e demais pessoas com paralisia cerebral.
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