Termina o Campeonato Nacional de Atletismo com Santo Antão a revalidar o título e balanço positivo feito pela Presidente da Federação
Depois de dois dias de competições e envolvimento de vários atletas em representação de regiões desportivas do país, terminou o campeonato nacional de atletismo que decorreu nas pistas do Estádio Nacional, com a região desportiva de Santo Antão a revalidar o título.
Apesar de a ilha não possuir espaços apropriados para a prática da modalidade, os atletas treinam no asfalto, Santo Antão voltou a ser ilha que conseguiu mais títulos, sendo 8 ouro, 5 prata e 7 bronze, totalizando 41 pontos na classificação final.
A segunda posição foi para o Sal, outra ilha que também tem feito grande aposta no desenvolvimento do atletismo, conseguindo no campeonato que ontem concluído, 6 ouro, 5 prata e 8 bronze, com 36 pontos, seguindo a região desportiva de Santiago Sul na terceira posição com a conquista de 6 outro, 3 prata e 2 bronze(26 pontos).
Em termos da organização, a presidente da Federação deu nota positiva, afirmando que as coisas decorreram dentro da planificação traçada pela FCA.
Tatiana Cabral considera não ter havido constrangimentos de maior e fala no aumento da qualidade em termos participativos e competitivos.
“ Embora não seja tarefa fácil a montagem da engenharia para realização de uma competição desta natureza, nomeadamente a organização dos voos para trazer todo o mundo a tempo e horas, mas conseguimos com o engajamento de várias pessoas pessoas ligadas de forma direta e indireta à Federação, trabalhar para que as coisas pudessem funcionar da melhor forma possível. Em termos competitivos, podemos dizer que este ano as coisas evoluíram para melhor, uma vez que conseguimos criar uma equipe técnica com a participação de todos a nível nacional, que conseguiu atempadamente preparar as coisas, as inscrições via plataforma funcionaram bem, pelo que o balanço é positivo,” avançou a líder máximo da Federação de Atletismo.
No que se refere aos desafios, Tatiana Cabral reconhece que a questão relativa à criação de infra-estruturas neste caso de pistas nas regiões desportivas do país, sobretudo lá onde tem havido boa prática do atletismo, constitui a grande meta a alcançar nos próximos tempos.
“ Já estão identificadas às necessidades que nós temos. Também está mais do que provado, que temos muitos talentos em todas as ilhas, só precisamos de meios mais adequados para continuar a trabalhar esses talentos. Penso que a questão de infraestruturas, concretamente falando de pistas, deve merecer atenção redobrada e nós enquanto federação continuamos a insistir visando a sua resolução”, rematou a líder da FCA.
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