Interpol prendeu ex-conselheiro especial do Presidente da República de São Tomé e Príncipe
Carlsson Karl-Magnus, cidadão sueco é procurado pela INTERPOL pela prática de crimes a nível internacional. No entanto, o homem de 62 anos de idade foi detido no último domingo numa unidade hoteleira na ilha do Príncipe.
Após a detenção, os agentes da INTERPOL de São Tomé transferiram o ex-conselheiro especial do Presidente Carlos Vila Nova para as instalações da Polícia Judiciária na capital São Tomé. Na tarde de segunda-feira, o sueco que tem passaporte diplomático de São Tomé e Príncipe foi presente ao Ministério Público.
A audição que deve ser feita pelo procurador-geral da República não terminou, e o detido deve continuar a ser ouvido esta terça-feira tanto pelo Ministério Público, como pelo Supremo Tribunal de Justiça de São Tomé e Príncipe.
No último fim de semana o Presidente da República pôs a circular uma nota de imprensa que deu conta de que no início do mês de fevereiro, o ex-conselheiro especial Carlsson Karl-Magnus, comunicou ao Chefe de Estado que decorria num país estrangeiro um processo judicial contra si.
Acto contínuo Carlos Vila Nova diz na nota que no dia 4 de fevereiro publicou um decreto que exonerou Carlsson Karl-Magnus como seu conselheiro especial.
É mais um caso que fragiliza a imagem já de si pálida, que o Estado santomense transmite para o mundo. São conselheiros especiais envolvidos em negócios, outros apanhados na criminalidade. São navios com bandeira são-tomense que são apanhados a transportar produtos proibidos, enfim.
C/ Telenon



